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Killing Time: The Autobiography of Paul Feyerabend
Resenha do capítulo 7 – Sex, Song and Electrodynamics.
Feyerabend conheceu sua primeira mulher, Edeltrud, em Alpbach em 1948 e se casaram por
razões práticas, nos anos quarenta só podiam viajam juntos ou reservar um quanto de casal, se fossem casados. Ela era da Eslovênia, e estudava etnologia e falava meia dúzia idiomas. Ele até que a amava, porém era muito “mulherengo”. Ele em sua autobiografia até conta alguns casos que teve, a exemplo de Inge da leiteria:
“Inge possuía uma leiteria no porão da casa onde eu vivia. Eu ía lá em abaixo para comprar iogurte e outros alimentos. Eu demorava até Inge começar sua hora de trabalho - ela era companhia encantadora. Logo nós estávamos saindo junto, para bares, para a ópera, em longas viagens. Inge teve uma lambreta; Eu ia atrás dela, rezando a todos os santos que eu podia pensar. Então o marido dela começou nos seguir. Ele saltou por detrás de arbustos quando nós estávamos passeando por um parque, de repente apareceu quando nós estávamos abraçados em um banco, e nos seguia quando íamos à viagem. Entre "Gott e Himmell" Inge exclamou quando ela viu o carro dele, acelerado. Em algumas ocasiões ela quase se perdeu de mim. Eventualmente o cavalheiro sugeriu que tivéssemos uma conversa de "homem para homem". Nós nos encontramos em um café. Lá nós sentamos, Inge no meio, o marido para a direita, eu para a esquerda. Eu não me lembro dos detalhes da conversa, mas foi áspera assim. Ele: "Você pode ficar com ela; eu me retiro." Eu: "Não, não, você é o marido dela – eu me retiro." Depois disso todos nós fomos para casa. Uma hora depois, Inge telefonou (ela tinha conversado com a mulher do visinho, Frau Tiefenbacher, também uma mulher casada que tinha saido com o papai), falou como se nada tivesse acontecido, e perguntou, "Bem, onde nós comeremos hoje à noite? "Eu ouvi que ela se divorciou e se casou novamente. Eu a reconheceria se eu a visse nas ruas, agora, mais de trinta-cinco anos depois? Eu não estou seguro.”
Ele teve outras amantes, a maioria mulheres casadas, mas conta problemas que tinha em relação a sexo, muitas vezes criava jogos e quando não dava para escapar tentava dar prazer com métodos que não fossem o “padrão”. Os quais em algumas vezes dava certo e até ouvia de sua amante que nunca tinha sentido orgasmo antes até aquele momento. Outra paixão era a música, cita muitas obras clássicas, óperas, etc., e os comenta. Cita muitos artistas de televisão.
Recebeu seu doutorado em 1951, tiha começado a calcular um problema de eletrodinâmica clássica, mas teve problemas para chegar a uma conclusão, onde foi sugerido que transformasse em uma tese de filosofia, que foram aceito por Thirring e Kraft. Na hora da defesa da tese, embora tenha vagueado em teorias que o físico experimental, Stetter, não tenha gostado, sobreviveu. O examinador externo, Kainz, lhe tinha pedido para estudar três livros: As Éticas de Nicolai Hartmann, as próprias Estéticas dele, e a História da Filosofia de Falckenberg. Como tinha descoberto que Kainz amava falar, envolveu o assunto de seu livro “o qual eu tinha folheado, mas não tinha realmente estudado”, mencionou pontos duvidosos para que Kainz não parasse de falar. “Isso foi um excelente exame.” “Quando o secretário o incitou Kainz, ele me deu a nota máxima”.
Feyerabend solicitou uma bolsa de estuda ao Conselho Britânico, para estudar com Wittgenstein em Cambridge e conseguiu. Mas Wittgenstein morreu, então teve que escolher outro orientador. Escolheu Popper. “No outono de 1952, eu fui para a Inglaterra.”
 

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