A baleia: poemas

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Companhia das Letras, 2002 - 112 pages
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A matéria da poesia de Roberto Marinho de Azevedo é grande como uma baleia. O humor e a ironia predominam, e os poemas podem então se apresentar em forma de bilhete, de paródia de uma fábula, de pensamentos inacabados. Mas também podem explorar os motivos clássicos da poesia como, o amor e a perda, a passagem do tempo, a percepção da realidade. Neste livro, a experiência e a memória têm as dimensões de uma baleia cujo ventre colhe a vastidão do mundo. Mas o maior dos mamíferos está presente apenas no título. Os seres que habitam os poemas são de outro gênero - cupins roem o passado, um tamanduá passeia em Copacabana e, na selva, um tigre está à espera de 'alguma coisa'.

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