A violência revolucionária em Hannah Arendt e Herbert Marcuse: raízes e polarizações

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Unesp, 2005 - 191 pages
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Partindo das concepções filosóficas distintas de Hannah Arendt e Herbert Marcuse, Maria Ribeiro do Valle nos oferece amplo subsídio para o aprofundamento da questão sobre o uso da violência para a transformação da sociedade. A autora busca os fundamentos epistemológicos que nortearam as reflexões de Arendt e Marcuse sobre contestação estudantil nos anos 60 - resgatando, neste percurso, o pensamento de Tocqueville, Hegel e Marx -, e detalha os posicionamentos teóricos e políticos dos dois pensadores. O resultado é uma reflexão que, além de colocar a questão social no centro do problema político, possibilita pensar criticamente o mundo contemporâneo.

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