IiIVRO SEGUNDO

UNIDADE DOS ROMANCES POPULARES NO MEIO DIA DA EUROPA

CAPITULO I

I — 0 cyclo de Carlos Magno—0 Feudalismo e a Egreja—As

linguas faladas foram primeiramente cantadas.

II —A independencia do Cyclo carolino—Os bastardos—Home-

rides e Jograes.

III — Transformação do Cyclo carolino na Italia e na Hespanha—

0 sarcasmo popular mata o heroc. Pag. 145—154.

CAPITULO II

I — Cyclo de Tavola Redonda é uma transformação do cyclo

Carligiano pelo genio ecclesiastico—Caracter erudito dos ro-
mances de Tavola Redonda.

II —Introducção dos romances de Arthur em Portugal — Perso-

nagens d'este cyclo citados por Fernão Lopes—O Condesta-
vel imita o typo cavalheiresco de Galaaz — Romances da Li-
vraria de Dom Duarte — Tristão e Yseult, e o romance de
Branca-Flor citados por Dom Diniz.

III — 0 sentimento do maravilhoso do cyclo de Tavola Redonda

encontra-se nos romances populares portuguezes, que ainda
andam na tradição oral.
IV—A Renascença da Europa é quasi toda de acção popu-
lar. Pag. 155—166.
CAPITULO III

I —Do cyclo Greco-romano na poesia popular portugueza.

II — Principaes divisões dos cyclos legendares—O Livro de Ani-

bal, e a Hestoria de Troya. citados entre os livros de el-rei
Dom Duarte.

III — O romance de Virgilio em Portugal e Hespanha.

IV —Vulgarisação das ficções eruditas entre o povo pelo uso dos

Exemplos na edade média. Pag. 167—186.

CAPITULO IV

I —Da Iitteratura de cordel—Historia da Imperatriz Porcina—

Balthazar Dias—Gomes de Santo Estevam.

II — Formação do livro popular—O conto decameronico de Gri-

selidis na tradição portugueza.

III — Bibliographia de Romanceiros e Folhas volantes da poesia

popular jogralesca em Portugal, a contar do seculo xvi.—

Pag. 187—210.

índice Analytico

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Álvaro Cordubense, queixa
se do uso do arabe

Ânonymo, sua acção na
grandes obras

Antonio Ferreira, romance
popular de Santa Com

Árabes, sua poesia na Pe
ii insula .

Assonancia

Aulegraphia, passagem so-
bre o uso do hespanliol
na corte portugueza

— Romances a que allude

Ayníeric d'Ebrard, mestre
de D. Diniz

Ayres Telles de Menezes

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Baixo Império", suas lendas. 177 Canção do Figueiral

Pag.
Balthazar Dias, poeta ce-
go. . . 115, 133, 192

— Suas obras. . . .202
Bandarra, prophcta popular. 203
Barcas e barcarollas . . 83
Bastardos, sua parte nos

poemas cavalheirescos. 150

— de Mudarra, romance co-

nhecido em Portugal . 138

Bernardim Bibeiro, sua au-
thoridade sobre o So-
lao 80

Bernardo de Brito (Fr.) colli-
ge varias poesias . . 207

Bernardo da Cruz (Fr.) ro-
mance a que allude . Ul

Boccacio, o seu Decameron
foi conhecido em Por-
tugal 195

P*.

Canções de Gestas. . 41, 42
Canto na poesia popular . 75
Cantos liturgicos . . 9, 44
Cancionero d'Anvers, que
romances vulgarisou cm
Portugal. 438,

Cancionero do Doutor Gual-

ter

Cancionero de Dom Diniz .

Cancioneiro Geral.

Castellos feudaes, como era

ali recebida a poesia

popular ....

— Serviços feudaes

— Vida intima, segundo

Froissart.
Cavalleiro de Oliveira .
Chronica de Turpin, centro

dos romances caroli-

nos

Concilios, que condemnam

a poesia do povo .
.Constituições dos Bispados

prohibindo os cantos e

danças populares .

— Do Porto, Braga e Tole-

do

Contos em prosa .

— Formosa Magalona.
—- Sete Partidas do Infante

Dom Pedro .

— Opinião de Faria e Sousa

sobre as novellas de
Trancoso.

— Historia dos Trps Corco-

vados de Setubal.

— Sua origem oriental

— João de Calais, quem é

205

208
161

173

11

12

1

17
208

153

10

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id.

197
198

198

o seu auctor .

— Origem do Roberto do

Diabo . . .200

Cegos cantores . 114, 116, 140

» j .153, 192, 202

Comedia da Celestina. 105, 183

Vif.

Corte ingleza, sua influencia
sobre a poesia popular
em Portugal . . . 159

Covarruvias, sua auctorida-
de sobre as Endexas . 67

Cyclo de Arthur ou da Ta-
vola Redonda . . . 156

— Seu caracter erudito . 157

— Auctoridade de Fernão

Lopes sobre este cyclo. 159

— Predilecção.do Condes-

tavel pelos romances
d'este cyclo . . .161

— Sentimento de amor e

fidelidade. . . . 165
Cyclo Carolino, seu cara-
cter 149

— Em Italia . . . .152

— Em Hespanba . . . id.

— Em Portugal . . .153

— Transforma-se no cyclo

da Tavola-Redonda . 155

— Opinião do Conde de

Caylus .... 156

Caracter anonymo d'este

cyclo . . . .157
Cyclo greco-romano em Por-
tugal . . . .167

— Seu caracter . . .168

— Romance de Polieena . 170

— Auctoridade de Garcia de

Resende .... 173

— Cbanson desSaxons, co-

mo define o Cyclo. . 174

— Personagens e neroes . 175

— Livro de Anibal . .176

— Hestoria de Troya . . id.

— Livro da Romaquia. . id.

— Romancede Virgilio, 177, 179

— como o comprehendeu a

Renascença . . . 178

— Romance de Virgilio na

tradição portugueta . 181

— Ecclogasde Virgilio, que

Pag.

parte tiveram na for-
mação das suas lendas. 184

Dante, condemna o uso do

provençal. . . .14

Danças populares ... 77

Disciplina Clericalis . . 134
Dialecto portugucz-gallezia-

no 6

Dolopathos .... 39
Duran, sua opinião sobre os

romances mouriscos . 135

Egreja, sua parte na orga-
nisação social . 145

Estienne Pasquier, sua idéa
sobre a origem do no-
me Trovador ... 15

Estribilhos .... 45

— Neuinas .... 46

— Hypopsalmo . . . id.

Ensafmos 105

Esthetica popular ... 92

— Imagens . . . . 94

— Lei de Viço ... 93

— Culto da natureza . . id.

— Improvisadores . . 96

— Verdade do sentimento . 97

— Maravilhoso ... 98

— Usodasmetaphoras 112, 113

— As legendas . 119

— lei da sua formação . 122

— Maravilhoso nas relações

de naufragio . . . 129

— Creações populares. . 187
Epocas historicas da poesia

popular .... 149
Eusebio, sua auctoridade
sobre a poesia popu-
lar 10

Pag.
Endexas dos Mortos . 67, 99
Exemplos. 134, 185

Estoria, o que significava . 173

Feudalismo, sua acção no

mundo moderno . . 145
Fernão Lopes, allude ao Cy-
clo da Tavola Redon-
da 159

Formação popular das lin-
guas romanas. . . 5
Formas da poetica proven-
çal 15

Fidalgo Aprendriz, romance

a que allude ... 28
Finados, culto cahirico . 67
Fados, forma poetica . . 89
Farciture, o que era . . 61
Fransias, ou contos popula-
res 7
Fabliau '. '. '. . 21, 33
Formas da poesia popular .

— Chacota .... 76

— Soláo 79

— Xacara .... 82

— Barcarolla.... 83

— Dizer, Dilz . . 85, 86

— Rifão popular ... 88

— Fados 89

— sua origem franceza . 90

— Exemplo . . 134, 185

— Villancicos. . . . 205
Francisco Lopes, seus ver-
sos populares. . . 202

— Rodrigues Lobo, seu Ro-

manceiro . . . 203
Folhas volantes . . .207
Fiamctta, monumento da

imprensa portugueza . 197
Francisco de Assis (S.) alma

da Renascença . 54, 126

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