A autoestrada

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Suma, Apr 16, 2009 - Fiction - 168 pages
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No Meio-Oeste americano, em 1973, época de inquietação política e social nos Estados Unidos, da Guerra do Vietnã e do governo Nixon, Barton George Dawes, funcionário de uma lavanderia, tem sua vida absolutamente desintegrada pela perda de seu único filho, vítima de um tumor inoperável no cérebro. Por conseqüência, todas as relações de sua vida se fragilizam, entre elas o casamento. A construção de uma rodovia interestadual traz à tona um novo embate: sua esposa decide vender a casa onde moram para a empresa responsável pela obra que, por sua vez, pretende demoli-la. Em conflito, Bart se mostra pouco capaz de separar-se do imóvel, interligado afetivamente à sua infância e à memória do filho. Com o casamento em ruínas e já sem emprego, o desnorteado protagonista entra em uma loja para comprar duas armas e muita munição. A amizade com um traficante de carros usados facilita o acesso de Dawes a todo tipo de material explosivo. Aí tem início uma implacável jornada cujo foco é destruição das obras da rodovia, sua inimiga declarada. Publicado originalmente em 1981, A autoestrada é um suspense psicológico eletrizante que alia a marca consagrada de Stephen King ao ponto de vista muito particular de seu alter ego Richard Bachman.The National Book Foundation Medal for Distinguished Contribution to American Letters

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About the author (2009)

Pseudônimo criado em 1982 por Stephen King, Richard Bachman surgiu, como o próprio autor explica no posfácio de O Concorrente, como "um lugar protegido em que podia publicar alguns trabalhos iniciais de que achava que os leitores poderiam gostar". O escritor viu nesse personagem uma forma de se renovar, de fugir da acomodação. "A importância de ser Bachman", completa King, "sempre foi de encontrar uma boa voz e um ponto de vista válido que fossem um pouquinho diferentes dos meus. Não realmente diferentes: não sou tão esquizóide que possa acreditar nisso. Mas creio, sim, que existem truques que todos nós usamos para mudar de perspectiva e de percepção e que eles podem ser muito úteis, podem ser um modo de revitalizar e renovar antigas estratégias para viver e observar a vida e criar arte."

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