Cala a boca e me beija

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Editora Record, Apr 24, 2012 - Fiction - 240 pages
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Um dos autores de teatro mais respeitados do país e premiado roteirista de filmes (Nunca fomos tão felizes, Policarpo Quaresma), o mineiro Alcione Araújo estreou na literatura em 1998 com o monumental romance Nem mesmo todo o oceano, finalista do Prêmio Jabuti, que ampliou seus horizontes de escritor de sólida carreira como dramaturgo. Cronista do jornal Estado de Minas desde 2001, sua primeira coletânea de crônicas, Urgente é a vida, foi consagrada com o Jabuti em 2005. Agora, prestes a completar 10 anos de crônicas semanais, Alcione — que nos últimos anos tem se dedicado ao posto de romancista — reúne em Cala a boca e me beija alguns dos melhores textos publicados no jornal mineiro. As 70 crônicas pinçadas aqui — dentre as cerca de 500 — são o resultado de uma seleção criteriosa feita pela professora da PUC–MG Glória Gomide, e têm em comum o apurado senso de observação de Alcione. O próprio título surgiu de uma discussão de uma garota com o namorado surfista no calçadão do Leblon, que chamou a atenção do escritor. Cansada do bate-boca, ela proclamou a frase, encerrando a briga.
 

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About the author (2012)

Alcione Araújo deixou a carreira de professor universitário, pós-graduado em Filosofia, para ser escritor em tempo integral. De versatilidade singular, escreve telenovelas, ensaios literários, filosóficos e faz conferências, dá palestras e participa de debates pelo país e no exterior sobre os mais variados temas: criação artística e linguagens; dramaturgia teatral e áudio visual; literatura, filosofia, educação e cultura; ética e valores; produção cultural e diversidade cultural; comunicação e indústria de entretenimento. Premiado dramaturgo (Há vagas para moças de fino trato, A caravana da ilusão e Deixa que eu te ame, entre outras) e roteirista de cinema (Nunca fomos tão felizes e Policarpo Quaresma, Herói do Brasil, entre outros) foi finalista do Prêmio Jabuti de literatura, com o romance Nem mesmo todo o oceano (Ed. Record).

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