Cantos de Maldoror

Front Cover
Editora Iluminuras Ltda - 352 pages
1 Review
Esta edição inclui comentários, notas e prefácio. Mostra como os Cantos e Poesias são uma escrita do avesso, abissal e perversa, regida pela lógica da metamorfose, pois nela cada termo contém seu oposto e cada coisa implica seu contrário. Da concepção geral, passando pelos relatos e reflexões, até o estranho vocabulário e as figuras exageradas de retórica, tudo, em seus detalhes, obedece à lógica do delírio e da negação. Por isso, não é apenas reflexão crítica sobre a literatura, mas rebelião contra a sociedade e o mundo.
 

What people are saying - Write a review

We haven't found any reviews in the usual places.

Contents

Nota sobre a tradução e a edição
9
O Astro Negro
13
OS CANTOS DE MALDOROR
14
Canto primeiro
15
Canto sexto
25
Praza ao céu que o leitor audacioso
73
Leitor talvez queiras que eu invoque o ódio
74
Darei por assentado cm poucas linhas que Maldoror
75
O Sena arrasta um corpo humano
150
Há horas na vida em que o homem de cabeleira piolhenta
152
É tempo de pôr um freio a minha inspiração
157
Canto terceiro 1 Recordemos os nomes desses seres imaginários
159
Aí está a louca que passa dançando
164
Tremdall tocou a mão pela última vez
168
Era um dia de primavera
171
Uma lanterna vermelha estandarte do vício
173

Eu vi durante toda a minha vida sem exeetuar um só
76
Devese deixar crescer as unhas durante quinze dias
77
Eu fiz um pacto com a prostituição
79
Ao clarão da lua junto ao mar
81
Proponhomc sem estar emocionado a entoara estrofe séria e fria
84
Não serei visto em minha hora derradeira
90
Opai lê um livro
92
A cena se passa durante o inverno em uma
98
Maldoror Homem quando te deparas com um cachorro
103
Terminado aqui este canto não sede severos com aquele
106
Canto segundo 1 Por onde passou esse primeiro canto de Maldoror
107
Agarro a pluma que vai construir o segundo canto
109
Que nunca chegue o dia em que nós Lohengrin c eu
111
E meianoite não se vê um único ônibus
113
Fazendo meu passeio cotidiano todo dia passava 11 5
115
Este menino sentado em um banco do jardim das Tulherias
118
Lá em um bosque rodeado de flores repousa o hermafrodita
121
Quando uma mulher com voz de soprano
124
Existe um inseto que os homens alimentam a suas custas
128
Ó matemáticas severas não vos esqueci
132
Ó lâmpada de bico de prata
136
Ouvi os pensamentos da minha infância ao acordar
140
Procurava uma alma que se assemelhasse a mim
144
Canto quarto 1 É um homem ou uma pedra ou uma árvore
185
Dois pilares que não era difícil e ainda menos impossível
187
Um patíbulo se erguia sobre o solo a um metro deste
191
Estou sujo Os piolhos me roem
197
Sobre a parede do meu quarto que sombra desenha
199
Eu havia adormecido sobre o penhasco
203
Não é impossível testemunhar um desvio anormal
206
Toda noite mergulhando a envergadura das minhas asas
212
Canto quinto 1 Que o leitor não se zangue comigo se minha prosa
215
Eu via a minha frente um objeto erguido sobre um outeiro
218
Mas quem mas quem ousa aqui como um conspirador
227
Ó pederastas incompreensíveis não serei eu quem
230
Silêncio passa um cortejo fúnebre a vosso lado
234
Toda noite na hora em que o sono chegou a seu mais alto grau
238
Vós cuja calma invejável não pode fazer mais que embelezar
247
POESIAS
281
Poesia II
298
A um crítico
327
A ?
334
UM DEPOIMENTO
341
Sobre oTradutor
349
Copyright

Common terms and phrases

References to this book

All Book Search results »

Bibliographic information