DEFESA A ZONA NO FUTEBOL

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Visão E Contextos - 220 pages
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De forma sumária, na "defesa à zona»"a grande preocupação é "fechar como equipa" os espaços de jogo mais valiosos, para colocar a equipa adversária sob constante constrangimento espaço-temporal. Procura-se, no fundo, gerir colectivamente o espaço e o tempo no jogo. Para isso, os espaços como grande "referência-alvo" de "marcação", a posição da bola e, em função desta, a posição dos companheiros como principais "referências de posicionamento", são três pressupostos tácticos fundamentais. São estas referências defensivas colectivas que permitem obter superioridade posicional, temporal e numérica na defesa. Fundamentalmente, ao manifestar-se, a "zona" expressa um "padrão defensivo colectivo", complexo, é verdade, mas também dinâmico e adaptativo, compacto, homogêneo e solidário. Serão estas "propriedades", emergentes da coordenação colectiva, a dar verdadeira coesão defensiva à equipa. Esta forma de organização revela-se, como tal, não só a mais eficaz defensivamente, mas também uma necessidade face à "inteireza inquebrantável" que o "jogar" deve manifestar. Não é de estranhar, portanto, que este seja o "padrão defensivo" das equipas de top. Porém, no futebol Português, parece desconhecer-se o que é verdadeiramente a "defesa à zona". Só este facto justifica o "padrão defensivo" que a quase totalidade das equipas apresenta: um "jogo de pares" onde as equipas procuram "encaixar" no adversário.

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