Da Itália à Coréia: decisões sobre ir ou não à guerra

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Editora UFMG, 2007 - History - 268 pages
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O Brasil foi o grande aliado dos Estados Unidos na América do Sul durante a Segunda Guerra Mundial. Em conseqüência dessa posição, o país, em 1942, estava imerso no maior conflito militar da história. Tornou-se truísmo afirmar que Getulio Vargas barganhou com os norte-americanos a participação do Brasil na guerra, trocando o envio de soldados à Europa pela construção da siderúrgica de Volta Redonda. Trata-se de uma inverdade. A Força Expedicionária Brasileira (FEB) nasceu e cresceu, como idéia, dentro do governo brasileiro. Não foi uma demanda dos Estados Unidos, e teve até de lidar com a indiferença de importantes atores políticos norte-americanos. Menos de dez anos depois, em meio à grave crise produzida pela Guerra da Coréia, vislumbrou-se a constituição de uma nova FEB para lutar naquele longínquo teatro de guerra. Dessa vez, eram os norte-americanos que pressionavam Vargas para participar do conflito, enviando soldados. O presidente e seus mais próximos assessores, entretanto, não acederam.

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NoTA Do AuToR
9
INTRoDuçÃo
18
coNsDERAçoEs TEÓRIcAs
24
Copyright

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