Descobertas perdidas: as raízes antigas da ciência moderna, dos babilônios aos maias

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Companhia da Letras, 2008 - 439 pages
A maior parte das pessoas ainda se surpreende ao descobrir o quanto as civilizações não-ocidentais contribuíram para o conhecimento científico, já que tradicionalmente os grandes nomes da ciência são europeus: Isaac Newton, Galileu Galilei, Nicolau Copérnico e outros. ESta é a revelação que propõe Descobertas perdidas, ao mostrar que povos da Suméria, da Babilônia, do Egito, da Índia, da China, da África, do mundo árabe e de muitos outros lugares chegaram a conclusões importantes nas áreas da matemática, astronomia, cosmologia, física, geologia, química e tecnologia muito antes de a Europa adotar ou recriar as novidades. Num texto claro e envolvente, Teresi apresenta e explica dezenas dessas descobertas, mostrando, por exemplo, como os matemáticos indianos inventaram o zero, um dos conceitos cruciais da matemática, que talvez só pudesse ter surgido em mentes budistas: representar o nada era considerado ímpio na Europa cristã. COnta também que mais de mil anos antes do nascimento de Pitágoras, o teorema que conhecemos com seu nome já existia entre os babilônios, e que na América os maias tinham obsessão por fazer contas e manter registros da passagem do tempo. Dos matemáticos sumérios e antigos físicos de partículas indianos aos mapas celestes dos Skidi Pawnee e às "fábricas" de borracha dos astecas, Descobertas perdidas traça um panorama completamente novo e intrigante das origens e dos alicerces da ciência. "Se você pensa, como eu pensava, que a ciência floresceu na Grécia antiga [...] então leia Descobertas perdidas, de Dick Teresi, e se deleite com a expressão global de gênios antigos". - Dava Sobel, autora de A filha de Galileu e Os planetas

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