Estudos de literatura brazileira ...

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Popular passages

Page 60 - Os muros de Marrocos e Trudante, A minha já estimada e leda musa Fico que em todo o mundo de vós cante, De sorte que Alexandre em vós se veja Sem à dita de Aquiles ter inveja.
Page 191 - Ama a gente assisada A honra, a vida, o cabedal tão pouco, Que ponha uma ação destas Nas mãos dum pobre, sem respeito e louco?
Page 56 - Em o meio desta obra alpestre, e dura, Uma boca rompeu o Mar inchado, Que na língua dos bárbaros escura, Paranambuco — de todos é chamado. De — Paraná, — que é mar, — Puca, rotura, Feita com fúria desse Mar salgado, Que, sem no derivar cometer míngua, Cova do mar se chama em nossa língua.
Page 27 - Bento Teixeira Pinto, natural de Pernambuco, igualmente perito na poetica que na historia, de que são argumentos as seguintes obras : « Prosopopeya dirigida a Jorge de Albuquerque Coelho, Capitão e Governador de Pernambuco, nova Lusitania.
Page 280 - E exausto dorme... Tinhas tu coragem De acordá-lo ? responde-me, formosa. Quem dorme esquece. . . Pode ser medonho O pesadelo que entre o horror nos fecha; Mas sofre menos o que sofre em sonho . Oh ! tu, que turvas o palor da neve, Tu, que as estrelas escureces, deixa 1 Meu coração dormir.
Page 15 - Mas não, há de ser comigo sempre, entende que devo deixar as minhas obrigações, os meus afazeres para andar de um lado para outro, correndo as casas de Botafogo, de noite e de dia ou palmilhando a Rua do Ouvidor para ver as fazendas e as jóias das vitrinas, quando tenho chamados urgentes.
Page 52 - As délficas irmãs chamar não quero, Que tal invocação é vão estudo; Aquele chamo só, de quem espero A vida que se espera em fim de tudo.
Page 58 - Ceo transparente, e alta Cúria, Me for tão favoravel, como espero, Com voz sonora, com crescida fúria, Hei de cantar, Duarte, e Jorge fero. Quero livrar do tempo, e sua injuria, Estes claros Irmãos, que tanto quero, Mas tornando outra vez á triste Histori; Um caso direi digno de memoria.
Page 52 - Cantem poetas o poder romano, Submetendo nações ao jugo duro, O Mantuano pinte o Rei Troiano, Descendo à confusão do Reino escuro; Que eu canto um Albuquerque soberano, Da fé, da cara Pátria firme muro, Cujo valor, e ser, que o Céu lhe inspira, Pode estancar a lácia e grega lira.
Page 206 - O patrimonio, o prestigio eo credito do Brasil, a integridade do territorio, a liberdade dos cidadãos, a autoridade da magistratura, a disciplina militar, a moralidade administrativa, não são interesses exclusivos de nenhuma forma de governo, como não é privilegio de nenhum partido o esplendor da nossa radiante natureza. Não é preciso ser republicano sob a Republica, como não era preciso sob a Monarchia ser monarchista, para cumprir os deveres de um bom Brasileiro. Basta ter clara a noção...

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