Minoridade crítica: a ópera e o teatro nos folhetins da corte, 1826-1861

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Ediouro, 2004 - Brazilian drama - 415 pages
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Em 'Minoridade Crítica', o jornalista e crítico Luís Antônio Giron analisa o processo de formação da crítica cultural no Brasil, que, diferentemente do que se imagina, não se iniciou no Romantismo e sim logo após a liberação da imprensa no país, em 1826. O autor propõe uma arqueologia da crítica que gerou os cadernos culturais, os 'segundos cadernos', hoje publicados pela imprensa brasileira, analisando suas origens, funções e características. Muitos autores que depois se tornariam importantes na história da nossa literatura, como Machado de Assis, Gonçalves Dias e o próprio José de Alencar, iniciaram as carreiras escrevendo críticas e pequenos ensaios sobre arte nos folhetins. Redigiam esses textos que se pretendiam efêmeros com a mesma veia apaixonada com que, mais tarde, escreveriam seus livros canônicos. 'Minoridade Crítica' apresenta uma antologia de textos de autores como Machado, Alencar e outros escritores que se dedicaram à polêmica pelos jornais e revistas. Uma antologia de textos raros ou inéditos que leva o leitor ao trepidante cenário cultural das primeiras décadas da monarquia brasileira.

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