Music in Imperial Rio de Janeiro: European Culture in a Tropical Milieu

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Scarecrow Press, 2004 - Music - 187 pages
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This resource is an interesting look at how European culture, particularly European music, related to the social and cultural experiences of the residents of ninteenth-century Rio de Janeiro. The focus is on how Cariocas (residents of Rio de Janeiro) responded to and often imitated different musical styles imported from Europe. After introducing the local musical setting and showing how musical life in imperial Rio de Janeiro reflected Parisian models, the author discusses the importation of operatic repertory, the use of German classical music as the basis of an elite social class, the role of European music in Brazilian theater, and finally, the emergence of a "national" music. Overall, this study reveals European music as a powerful force in the internal processes of political, cultural, social, and ethnic negotiations during the 19th century government of Emperor Pedro II. Musicologists, Latin American historians, and anyone with an interest in urban studies will find much of interest in this book.
 

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Sou tataraneta de Tiago Henrique Canongia, citado neste livro como sendo italiano. Na verdade, ele era português, filho do clarinetista portugues Joaquim Ignácio Canongia e sobrinho de um dos maiores músicos portugueses do século XVIII, José Avelino Canongia (compositor de 4 afamados concertos para clarinete). O avô de Tiago Henrique, Ignácio Canongia, era catalão e foi levado para Lisboa pelo Marques de Pombal (então ainda Conde de Oeiras) após o grande terremoto de 1755. Pombal andou pela Europa arrebanhando artífices e artistas que pudessem auxiliar a reconstruir e reerguer Portugal após a grande catástrofe. Ignácio Canongia era artífice de seda (além de clarinetista amador) e atendeu ao chamado de Pombal. Saindo da cidade catalã de Manresa, instalou-se em Portugal e lá teve seus dois filhos (José Avelino e Joaquim Ignácio) que tiveram estudos aprimorados na arte do clarinete. Joisé Avelino, o virtuose, não se casou nem deixou descendentes. Joaquim Ignácio teve quatro filhos ( 3 músicos e o mais jovem ourives, com firma instalada em Lisboa). O segundo filho, Tiago (ou Thiago) Henrique, veio para o Brasil em 1859, com a esposa Emília e o filho pequeno Arthur Emílio (meu bisavô). Aqui exerceu sua profissão de professor de música (fagote, piano, etc.), chefe de orquestra, idealizador dos Saráus Poéticos e, finalmente, em 1866, inaugurou sua firma "Lyra d'Apolo", de Impressão Musical, sendo um dos pioneiros no Brasil. A firma ficava na Rua do Ouvidor, 111 (depois 103). Editou músicas dos mais famosos compositores da época, com impressão primorosa, bem catalogada e numerada. Após sua morte, a firma foi substituída pelo Estabelecimento de Músicas da Viúva Canongia, depois tornado Viúva Canongia e Filho (que editou pela primeira vez na história uma composição de Chiquinha Gonzaga, além de editar Henrique Mesquita, Ernesto Nazareth, etc.,etc. 

Contents

Imperial Rio de Janeiro Musical Milieu
1
Brilliant Immigrants
6
The Magic Mirror
8
The Theater
12
Concerts
22
Too Much to Do
27
Embracing Opera
35
A Place to See and Be Seen
36
Imported Music Criticism
85
Music Satire and Politics
97
The Infernal Dance
100
The Final Number
105
The Operetta Model
113
Musical Reviews
119
The Politics of Representation
124
The National the European the Local and the Foreign
135

Italian Opera via Paris
39
A Local Tradition
42
Competing Crazes
48
Paying for Opera
50
Operatic Subculture
55
Music for the Elite
65
Club Mozart
70
Club Beethoven
73
A DREAM COMES TRUE
78
Imported Musical Nationalism
142
Exotic National Music
147
Singing in Portuguese
148
A Flexible Border
153
Bibliography
167
Index
177
About the Author
187
Copyright

Common terms and phrases

About the author (2004)

Cristina Magaldi is Associate Professor of Music at Towson University and holds degrees in music from the University of Brasília, the University of Reading, England, and the University of California, Los Angeles.

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