O rio do meio

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Editora Record, Mar 15, 2011 - Literary Collections - 96 pages
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Lançado originalmente em 1996, O rio do meio, da consagrada escritora e tradutora brasileira Lya Luft, foi um dos pioneiros em um gênero indefinido e inusitado na literatura brasileira: nem ficção, nem relato jornalístico. Original, o livro foi vencedor do prêmio de melhor obra do ano da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA). Em sua erudição e, ao mesmo tempo, capacidade de dialogar de maneira simples e acesível, Luft presenteia o leitor com reflexões acerca de temas que lhe são caros, como a existência, o conflitos individuais e sociais, a família e o eu. "Há um duelo permanente entre duas personalidades que habitam, talvez, todo mundo: uma, a convencional, que faz tudo 'direito'; a outra, a estranha, agachada no porão da alma ou num sótão penumbroso; que é louca, assustadora, quer rasgar as tábuas da lei, transgredir, voar com as bruxas, romper com o cotidiano. E interfere naquela 'boazinha', que todos pensam conhecer tão bem. Quando escrevi meu primeiro romance, descobri meu jeito de tentar reunir todas as sombras que se remexiam e chamavam, e de mergulhar, já sem medo, nesse rio do meio que tudo carrega para o mar definitivo."
 

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About the author (2011)

Lya Luft é escritora e tradutora. Iniciou sua carreira como tradutora de alemão e inglês, e já verteu para o português obras de Virginia Woolf, Günter Grass, Doris Lessing, Thomas Mann, entre outros. Recebeu o prêmio União Latina de melhor tradução técnica e científica em 2001 pela tradução de Lete: Arte e crítica do esquecimento, de Harald Weinrich. Em 1980, lançou-se como romancista com As parceiras. Tem diversas obras publicadas desde então, como A asa esquerda do anjo, Reunião de família, Mulher no palco, Exílio, O rio do meio (Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes de 1996), O ponto cego, Mar de dentro, Perdas & Ganhos (que tornou Lya uma autora popular de abrangência nacional – vendeu mais de 600 mil exemplares), Pensar é transgredir, entre outras. Histórias de Bruxa Boa foi sua estreia na literatura infantil, tendo lançado sua continuação, A volta da Bruxa Boa, em 2007. Desde 2004, assina a coluna Ponto de vista, da revista Veja.

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