Paralelos e paradoxos: reflexões sobre música e sociedade

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Companhia das Letras, 2003 - 188 pages
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Um intelectual palestino e um músico judeu. O encontro poderia ser marcado por atritos e desavenças, mas no caso de Edward Said e Daniel Barenboim resultou em amizade profunda. Said e Barenboim se conheceram num hotel de Londres, no início dos anos 90. Desde então, tornaram-se amigos próximos e mantiveram conversas, públicas e particulares, sobre questões ligadas à cultura e à política. 'Paralelos e paradoxos' é o registro desse diálogo. O principal ponto de convergência entre os dois é a crença de que a música pode ter importante papel na união de povos com posições políticas conflitantes. Exemplo prático disso foi a parceria dos dois amigos na fundação da primeira orquestra árabe-israelense, em Weimar, em 1999. As conversas trafegam por assuntos como literatura, o conflito no Oriente Médio, músicos e pensadores como Wagner, Beethoven e Adorno. Destaca-se no livro a idéia de que a arte permite um diálogo rico entre o próprio e o alheio, o nacional e o estrangeiro, o conhecido e o desconhecido.

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