Killing Time: The Autobiography of Paul Feyerabend

Front Cover
University of Chicago Press, May 15, 1995 - Biography & Autobiography - 192 pages
2 Reviews
Killing Time is the story of Paul Feyerabend's life. Finished only weeks before his death in 1994, it is the self-portrait of one of this century's most original and influential intellectuals.

Trained in physics and astronomy, Feyerabend was best known as a philosopher of science. But he emphatically was not a builder of theories or a writer of rules. Rather, his fame was in powerful, plain-spoken critiques of "big" science and "big" philosophy. Feyerabend gave voice to a radically democratic "epistemological anarchism:" he argued forcefully that there is not one way to knowledge, but many principled paths; not one truth or one rationality but different, competing pictures of the workings of the world. "Anything goes," he said about the ways of science in his most famous book, Against Method. And he meant it.

Here, for the first time, Feyerabend traces the trajectory that led him from an isolated, lower-middle-class childhood in Vienna to the height of international academic success. He writes of his experience in the German army on the Russian front, where three bullets left him crippled, impotent, and in lifelong pain. He recalls his promising talent as an operatic tenor (a lifelong passion), his encounters with everyone from Martin Buber to Bertolt Brecht, innumerable love affairs, four marriages, and a career so rich he once held tenured positions at four universities at the same time.

Although not written as an intellectual autobiography, Killing Time sketches the people, ideas, and conflicts of sixty years. Feyerabend writes frankly of complicated relationships with his mentor Karl Popper and his friend and frequent opponent Imre Lakatos, and his reactions to a growing reputation as the "worst enemy of science."
 

What people are saying - Write a review

User Review - Flag as inappropriate

Killing Time: The Autobiography of Paul Feyerabend
Resenha do capítulo 7 – Sex, Song and Electrodynamics.
Feyerabend conheceu sua primeira mulher, Edeltrud, em Alpbach em 1948 e se casaram por
razões práticas, nos anos quarenta só podiam viajam juntos ou reservar um quanto de casal, se fossem casados. Ela era da Eslovênia, e estudava etnologia e falava meia dúzia idiomas. Ele até que a amava, porém era muito “mulherengo”. Ele em sua autobiografia até conta alguns casos que teve, a exemplo de Inge da leiteria:
“Inge possuía uma leiteria no porão da casa onde eu vivia. Eu ía lá em abaixo para comprar iogurte e outros alimentos. Eu demorava até Inge começar sua hora de trabalho - ela era companhia encantadora. Logo nós estávamos saindo junto, para bares, para a ópera, em longas viagens. Inge teve uma lambreta; Eu ia atrás dela, rezando a todos os santos que eu podia pensar. Então o marido dela começou nos seguir. Ele saltou por detrás de arbustos quando nós estávamos passeando por um parque, de repente apareceu quando nós estávamos abraçados em um banco, e nos seguia quando íamos à viagem. Entre "Gott e Himmell" Inge exclamou quando ela viu o carro dele, acelerado. Em algumas ocasiões ela quase se perdeu de mim. Eventualmente o cavalheiro sugeriu que tivéssemos uma conversa de "homem para homem". Nós nos encontramos em um café. Lá nós sentamos, Inge no meio, o marido para a direita, eu para a esquerda. Eu não me lembro dos detalhes da conversa, mas foi áspera assim. Ele: "Você pode ficar com ela; eu me retiro." Eu: "Não, não, você é o marido dela – eu me retiro." Depois disso todos nós fomos para casa. Uma hora depois, Inge telefonou (ela tinha conversado com a mulher do visinho, Frau Tiefenbacher, também uma mulher casada que tinha saido com o papai), falou como se nada tivesse acontecido, e perguntou, "Bem, onde nós comeremos hoje à noite? "Eu ouvi que ela se divorciou e se casou novamente. Eu a reconheceria se eu a visse nas ruas, agora, mais de trinta-cinco anos depois? Eu não estou seguro.”
Ele teve outras amantes, a maioria mulheres casadas, mas conta problemas que tinha em relação a sexo, muitas vezes criava jogos e quando não dava para escapar tentava dar prazer com métodos que não fossem o “padrão”. Os quais em algumas vezes dava certo e até ouvia de sua amante que nunca tinha sentido orgasmo antes até aquele momento. Outra paixão era a música, cita muitas obras clássicas, óperas, etc., e os comenta. Cita muitos artistas de televisão.
Recebeu seu doutorado em 1951, tiha começado a calcular um problema de eletrodinâmica clássica, mas teve problemas para chegar a uma conclusão, onde foi sugerido que transformasse em uma tese de filosofia, que foram aceito por Thirring e Kraft. Na hora da defesa da tese, embora tenha vagueado em teorias que o físico experimental, Stetter, não tenha gostado, sobreviveu. O examinador externo, Kainz, lhe tinha pedido para estudar três livros: As Éticas de Nicolai Hartmann, as próprias Estéticas dele, e a História da Filosofia de Falckenberg. Como tinha descoberto que Kainz amava falar, envolveu o assunto de seu livro “o qual eu tinha folheado, mas não tinha realmente estudado”, mencionou pontos duvidosos para que Kainz não parasse de falar. “Isso foi um excelente exame.” “Quando o secretário o incitou Kainz, ele me deu a nota máxima”.
Feyerabend solicitou uma bolsa de estuda ao Conselho Britânico, para estudar com Wittgenstein em Cambridge e conseguiu. Mas Wittgenstein morreu, então teve que escolher outro orientador. Escolheu Popper. “No outono de 1952, eu fui para a Inglaterra.”
 

Review: Killing Time: The Autobiography of Paul Feyerabend

User Review  - Ananya - Goodreads

Anything goes in this brilliant autobiography that reads like a novel. Read full review

Contents

1 Family
1
2 Growing Up
11
3 High School
21
4 Occupation and War
36
5 Apolda and Weimar
54
6 University and Early Travels
62
7 Sex Song and Electrodynamics
79
8 London and After
87
10 Berkeley the First Twenty Years
111
11 London Berlin and New Zealand
127
12 Against Method
139
13 Brighton Kassel and Zurich
153
14 Marriage and Retirement
165
15 Fading Away
177
Postscript
183
Index
185

9 Bristol
101

Other editions - View all

Common terms and phrases

References to this book

All Book Search results »

About the author (1995)

A controversial and influential voice in the philosophy of science, Paul K. Feyerabend was born and educated in Vienna. After military service during World War II and further study at the University of London, he returned to Vienna as a lecturer at the university. In 1959, having taught for several years at Bristol University in England, he came to the United States to join the faculty of the University of California at Berkeley, from which, after numerous visiting appointments elsewhere, he retired in 1990. Since the 1970s, Feyerabend has devoted much of his career to arguing that science as practiced cannot be described, let alone regulated, by any coherent methodology, whether understood historically, as in Thomas Kuhn's use of paradigms, or epistemologically, as in classical positivism and its offspring. He illustrates this stance on the dust jacket of one of his books, Against Method (1975), by publishing his horoscope in the place usually reserved for a biographical sketch of the author. In his entry in the Supplement to Who's Who in America, he is quoted as saying, "Leading intellectuals with their zeal for objectivity are criminals, not the liberators of mankind.

Bibliographic information